domingo, 17 de maio de 2015

México: Riviera Maya - Parte 3 - Cenote dos Ojos e Akumal

É com uma certa nostalgia que começo a escrever este post, como já disse anteriormente, a viagem para mim se encerra quando publico a última postagem sobre ela, e esta em especial foi tão boa que eu não gostaria que acabasse. Mas vamos lá...

Cenote dos Ojos

Eu não poderia visitar a Riviera Maya sem conhecer ao menos um dos cenotes, gostaria de ter ido a mais de um pois nenhum é igual ao outro.

A Wikipédia define o cenote como sendo uma cavidade resultado do colapso da rocha-mãe calcária que acaba expondo as águas subterrâneas. As águas de um cenote de um modo geral são bastante límpidas pois em grande parte são decorrentes das chuvas que permeiam o solo rochoso até chegar às cavidades devidamente filtradas. Para os Maias os cenotes possuíam toda uma conotação mística, ligada a rituais e sacrifícios sagrados.

Depois de ler muiiiito, mas muiiiito mesmo, optei por conhecer o Cenote dos Ojos ele é composto por três cavernas parcialmente inundadas acessíveis por túneis subterrâneos repletos de estalactites e estalagmites.


O Cenote dos Ojos fica na Carretera Cancun-Tulum e o seu acesso se dá logo após a entrada do parque Xel-Há, não tem erro, é muito bem sinalizado. 

Na beira da estrada há um centro de informações onde você é atendido, ali você pode contratar apenas o acesso ao cenote que te dá direito a banhar-se nas áreas abertas ou o tour guiado que te faculta percorrer os túneis subterrâneos até as cavernas subaquáticas. 

Não vejo muita graça em não fazer a atividade completa, pois do contrário você vai ficar ali tomando banho na parte aberta o que não demonstra nem um décimo do que é o lugar, e tem mais, se é para entrar naquela água fria, que seja para aproveitar o todo kkk.

Pagamos 500 pesos por pessoa pela atividade completa que incluía o ingresso ao cenote, aluguel de snorkel, nadadeira, lanterna, colete, roupa de neoprene e a disponibilidade de um armário para deixar os pertences.

Embora a água seja fria não achei necessidade da roupa de neoprene pois o dia estava bastante quente.





Importante dizer que não sei nadar e que tinha bastante receio da escuridão do local mas em nenhum momento senti medo ou fiquei apreensiva, a atividade é muito tranquila.

Uma dica que dou é que mesmo que você saiba nadar, use o colete, quase que a totalidade da atividade se dá percorrendo canais o que por si só é bastante cansativo, agora, se você tiver que se deslocar e ainda se esforçar para flutuar o desgaste físico será bem maior considerando que a atividade toda dura em torno de 45 minutos. O meu marido sabe nadar e dispensou o colete, no fim da atividade, me disse que se soubesse que era assim teria usado o colete pois teria aproveitado bem mais, sem falar que é possível tirar o colete caso queira mergulhar mais fundo.

Nunca vi uma água tão limpa e tão azul.

Logo que se sai dos poços abertos e adentramos nos túneis a escuridão toma conta e o uso das lanternas é que garante a visibilidade fora d'água, já dentro d'agua a visibilidade é fantástica.




O meu maior receio era chegar até a tal da "bat cueva" a mais escura e com morcegos... não sei se dei sorte, mas não vi mais do que três morcegos, tranquilo.

A experiência é fantástica, aquela água gelada, a atividade física e a adrenalina te faz terminar o passeio com uma sensação difícil de descrever, já li alguns relatos de que a sensação é de estar de "alma lavada".

Findo o percurso com guia, é possível ficar nas partes abertas por quanto tempo quiser.

Havia a possibilidade de adquirir um pendrive com as fotos tiradas por um fotógrafo profissional por 300 pesos, como eu levei uma GoPro, dispensei o serviço. Contudo, a escuridão é tanta que em muitos lugares as fotos ficam horríveis, praticamente um borrão, não é a toa que o fotógrafo levava junto dele quase que dois holofotes. As fotos que se salvaram foram as que tirei nos lugares em que havia alguma entrada de luz externa já a filmagem fica com uma qualidade melhor que as fotos. Talvez o ideal seja filmar e da filmagem extrair as fotos.

Vivendo e apendendo.

Akumal con las tortugas

Após sairmos do cenote, pegamos a carretera no sentido de Playa del Carmen já que a praia de Akumal fica no caminho. Seguindo as placas entramos à direita em direção à praia não mais com o intuito de tentar ver tartarugas pois a atividade no Dos Ojos tinha sido tão fascinante que imaginei que nada mais me surpreenderia na viagem e, sinceramente, achei que não tinham tartarugas coisa nenhuma, que eu passaria horas na água para ver no máximo uma tartaruga e que o "nadar com tartarugas" não passava de um pega turistas, o meu objetivo naquele momento era almoçar na beira da praia.

Pedimos informação sobre restaurante e nos indicaram o Lol-Ha, ele tem estacionamento próprio e fica bem na beira da praia, o estacionamento não é cobrado de quem o frequenta, bastando guardar a nota fiscal.

Pegamos uma mesa debaixo de um coqueiro e ficamos ali observando aquele mar fantástico enquanto almoçávamos.




Num dado momento vimos um brasileiro contando algo para a sua esposa todo empolgado, foi quando disse para o meu marido "bem que tu podias perguntar para ele se tem mesmo tartarugas?" kkkk.

Atendendo o meu pedido, foi feita a pergunta e a resposta foi..."-simmm, vi três bem ali adiante. Logo que não dá pé já tem tartarugas".

Pensei...ai meu Deus, tem tartarugas mesmo, mas eu não sei nadar.

Vi que bem ao lado do restaurante há duas barraquinhas que alugam snorkel, pés-de-pato e colete salva-vidas, fui até lá apenas para locar o colete já que eu tinha o meu snorkel. Contudo, o aluguel do colete não era mais possível pois já eram 5 da tarde e logo se encerrariam as atividades na praia. Como estava saindo um casal com um guia, o rapaz da barraca me sugeriu ir com eles ao custo de 300 pesos, e foi o que eu fiz, aliás, foi a melhor coisa que eu fiz.

Fui com o grupo que tem coletes salva-vidas azuis com o desenho de um casco de tartaruga em verde nas costas (o outro grupo tem coletes laranja), e o guia foi o Daniel, um menino muito simpático e super atencioso.

Logo que nadamos um pouco já começamos a ver tartarugas, ora sozinhas, ora em grupos...umas menores...outras gigantes (em torno de 1 metro ou mais). Elas ficam comendo a vegetação do fundo do mar e vez ou outra submergem para respirar.

Eu não tenho adjetivos para descrever o que eu senti durante o tempo em que estive ali com elas, me apaixonei e prometi a mim mesmo que um dia repetirei essa experiência.




Após, ver algumas tartarugas imaginei que o guia iria nos levar de volta para a praia, que nada, ele nos fez nadar até os corais chegando a alguns locais com profundidade entre 6-8 metros, foi fantástico, vimos uma arraia, alguns camarões e diversos tipos de peixes. Ficamos uma hora nadando naquela água quente, a mais quente de toda a viagem.

Como o guia levava uma pranchinha de surf vez ou outra era possível parar para esvaziar o snorkel e descansar para seguir em frente.

Sobre essa atividade digo que quando eu achei que já tinha vivido tudo de melhor nessa viagem, veio Akumal e me mostrou que há mais, muito mais a se conhecer e a se viver na Riviera Maya.

Ao me oferecer o passeio o rapaz me disse "-se você não ver tartarugas eu te devolvo o dinheiro" depois de tudo que eu vi e vivi mal sabe ele que eu pagaria o dobro para fazer tudo mais uma vez.

O meu marido, que sabe nadar, não foi comigo, ele nadou sozinho e viu umas 3 ou 4 tartarugas mas até por uma questão de segurança não chegou até os corais, comparando a minha experiência com a dele concluo que vale a pena ir com guia.

A minha dica sobre Akumal é...não faça como eu...não deixe para entrar na água tão tarde já que a sua cor e visibilidade está diretamente ligada ao sol, procure fazer esta atividade até as 14 horas. Como as 17 horas o sol já não brilhava com a mesma intensidade a água já não estava mais tão transparente quanto na hora em que chegamos na praia, mas mesmo assim valeu a experiência.

Se estiveres de carro e a intenção for fazer alguma refeição na praia, penso que vale a pena ir ao restaurante Lol-Ha os preços são bons principalmente dos sanduíches (Club Sandwich, hummmm) e você deixará de pagar 50 pesos nos outros estacionamentos.

Eram 18:30 quando me despedi de Akumal, agora sim, de alma lavada, feliz e completamente apaixonada pelas tortugas.

Não gosto de dizer para ninguém que uma atividade é imperdível pois vai muito do gosto de cada um mas, neste caso, abrirei uma exceção. - SE FOR POSSÍVEL, VISITE AKUMAL, NADE COM AS TARTARUGAS e depois venha me contar como foi.


video



...e assim termino a minha viagem através dos posts sobre Cancun e a Riviera Maya com um forte sentimento de "quero mais" já que gostaria de ter visitado as praias, Maroma, Xpu-ha e Paamul, ter feito snorkeling em El Cielo (Cozumel) e ter caminhado muiiiito mais na 5a. Avenida de Playa del Carmen, masss...tudo isso fica para um próxima oportunidade, se Deus quiser, e ele há de querer.

Hasta la vista, baby!

domingo, 10 de maio de 2015

México: Riviera Maya - Parte 2 - Tulum e Playa Paraíso

Em que pese o fato de Chichén Itzá ser um sítio arqueológico de grande relevância para a civilização maia e estar entre as sete maravilhas do mundo moderno, a zona arqueológica que escolhi conhecer foi a de Tulum. A presença do mar junto daquelas ruínas históricas me fez querer estar ali e enxergar a imagem abaixo com os meus próprios olhos.


Enquanto Chichén Itzá figurou como centro político e econômico da civilização maia, Tulum se destacou por ser uma comunidade mercantil portuária, até mesmo em virtude da sua localização privilegiada.


Saímos de Playa del Carmen relativamente cedo a fim de chegar em Tulum e conhecer o complexo antes do horário do meio dia tentando, com isso, fugir do sol forte.

A estrada é bem sinalizada e não tivemos qualquer dificuldade de encontrar o complexo. Chegando lá, pagamos 50 pesos de estacionamento, 24 pesos pelo transporte em um trenzinho que leva até a entrada do sítio arqueológico, o que foi totalmente desnecessário já que poderíamos ter ido a pé pois nem era tão longe e havia sombra em todo o trajeto, e para ingressar na zona arqueológica em si, pagamos 64 pesos.

O lugar é muito interessante, bastante cuidado e o mar turquesa faz toda a diferença. 

Ficamos em torno de uma hora e meia por ali. O complexo possui acesso a uma praia onde haviam várias pessoas tomando banho, mas como a nossa intenção era ir ao Cenote dos Ojos, dispensamos o banho de mar.


Voltamos para o complexo caminhando, embora tivéssemos pago pelo trenzinho já que o trajeto bem arborizado é bastante agradável.

A  idéia que eu tinha de Tulum era de um local com pouca estrutura, estava bastante enganada, até Subway e Starbucks tem ali, sem falar em uma infinidade de lojas.


Iguanas, tem várias por ali

Manifestação cultural na entrada do complexo
Antes de ir ao Cenote dos Ojos, fomos dar uma passada nas praias que ficam logo depois do sítio arqueológico, tinha ouvido falar em Playa Paraíso e queria conferir como era com a idéia de voltar no outro dia.

Como em outras vezes ficamos na dúvida se era uma praia privada ou pública já que na entrada o nome que se vê é do restaurante que funciona no local, no caso, El Paraíso, e não da praia propriamente dita. 

Pegamos a entradinha em direção à praia e logo tinha um estacionamento com uma pessoa que nos cobrou 50 pesos para deixarmos o carro, como disse que não íamos ficar mas apenas olhar a praia, nos foi autorizado permanecer ali por 5 minutos.

Chegando na praia, havia um restaurante e toda um estrutura com espreguiçadeiras, colchões de casal, guarda-sol, mesas e cadeiras, a disposição do turista a um preço que variava entre 250 e 300 pesos e que incluía também o estacionamento e o uso de banheiros com duchas para banho. Quem disse que conseguimos ir embora?




Neste dia caiu uma chuvarada mas em 30 minutos o sol já reinava.
Me apaixonei pelo contraste das cores desta foto

A praia é muito boa, com uma estrutura ótima, um banho de mar fantástico, é realmente a Playa Paraíso.

Só estando no lugar para entender...e com isso o cenote ficou para o dia seguinte, mas as coisas acontecem como tem que ser.



quarta-feira, 6 de maio de 2015

México: Riviera Maya - Parte 1 - Playa del Carmen e Cozumel

Depois de 5 noites em Cancun rumamos para Playa del Carmen, a maior cidade da Riviera Maia, região banhada pelo mar do caribe que se estende por 130 quilômetros, de Puerto Morelos até Punta Allen.

É na Riviera Maya que estão as mais belas praias da região e um grande número de atrações turísticas que acabam injustamente dando fama à Cancun, como é o caso dos cenotes, do Cirque du Soleil, dos parques Xcaret, Xel-há, Xplor, dentre outros.

Como já falei anteriormente, os dias em Playa seriam destinados a conhecer as belezas da região.

Playa del Carmen é uma cidade que tem tudo a ver comigo, na primeira noite em Playa respirei fundo e falei em voz alta "é disso que eu gosto", um centrinho super movimentado formado por várias quadras fechadas para o trânsito de automóveis, lojas de grife (Guess, MAC, etc) em perfeita harmonia com lojas de artesanato local, um shopping lindo chamado Quinta Alegria que conta com Forever 21, Victoria Secrets, American Eagle, Columbia...e por ai vai...restaurantes simples e outros sofisticados em meio a inúmeras Starbucks e Haggen Dazs.


As praias de Playa del Carmen em si não estão dentre as mais bonitas, a mais legal e mais procurada é onde estão situados os Beach Clubs Mamitas e Kool. No Mamitas, espreguiçadeiras e guarda-sóis estavam disponíveis por uma consumação de 1000 pesos enquanto no Kool eram 800 pesos, sendo que o Mamitas estava lotado e não havia disponibilidade. No Tripadvisor há vários relatos de pessoas que pagaram somente o aluguel das espreguiçadeiras e do guarda-sol, porém, essa opção não nos foi oferecida, talvez pelo fato de que ambos estavam lotados.

Em que pese a consideração acima, a noite de Playa e a beleza das praias ao redor da cidade fazem valer a pena a hospedagem em Playa del Carmen.

Começamos as nossas atividades na Riviera Maya pela mais esperada, snorkeling em Cozumel.

Na véspera fomos até o pier obter informações sobre os horários de saída do ferry para Cozumel, três empresas fazem a travessia em horários diferentes o que faz com que haja travessia de hora em hora.

Ali mesmo nos arredores do embarcadouro há uma série de pessoas vendendo os mais diversos passeios em Cozumel. 

Sob a alegação de que em Cozumel as coisas seriam mais caras já que todos os dias os navios de cruzeiro despejam na ilha milhares de turistas, fechamos o snorkeling em três pontos diferentes pois já tinha ouvido falar das pequenas embarcações com parte do fundo de vidro e sabia quanto custava. Pagamos 29 dólares por pessoa mais 30 dólares pelo aluguel de uma scooter para passear pela ilha após o snorkeling.


Na manhã seguinte pagamos mais ou menos 160 pesos por pessoa pela travessia para Cozumel pela empresa México Water Jets, sugiro que não compre a viagem ida e volta, assim você pode retornar no horário que bem entender. O ferry é muito bom, melhor até que o da Ultramar com a qual voltamos.

Chegando em Cozumel nos dirigimos ao local combinado para dar início ao passeio. O barco era pequeno mas eramos apenas 11 pessoas, fomos levados a três pontos para a prática de snorkeling com diferentes profundidades, simplesmente lindo, fico imaginando como será mergulhar com cilindro que possibilita o acesso a locais bem mais profundos.

Amei, a visibilidade da água, o seu azulão indescritível, o colorido dos peixes, tudo apaixona, foi fantástico, terminei o passeio com um sorriso de orelha à orelha e uma sensação maravilhosa de bem estar.






Voltando do passeio que durou em torno de duas horas formos retirar o scooter para darmos a volta na ilha. Foi muito divertido, até mesmo pelo fato de que não costumamos dirigir moto sendo esse passeio algo novo para nós e uma experiência bem legal. Tem uma boa parte que não é possível avistar o mar mas há outra em que a carretera costeia a praia o que faz com que o visual seja lindo mesmo.


No caminho passamos por um Hard Rock Café onde comprei camisetas (sempre compro camisetas dos Hard Rocks por onde passo).

Outra opção para quem não quer alugar carro ou moto é pegar um táxi e ir para o parque Chakanaab que dizem que é lindo, se um dia eu voltar à Cozumel (quero voltar em um Cruzeiro) pretendo visitar este parque.

Devolvida a scooter, demos uma voltinha no centro e fizemos a travessia de volta, cheios de boas lembranças e, sobretudo, muito felizes.



Importante dizer que eles não exigem habilitação específica para dirigir moto bastando que apresentemos a nossa CNH para carros mesmo.


Depois de conhecer Cozumel ficou bem claro que não é à toa que essa ilha se tornou destino de muitos navios de cruzeiro.

terça-feira, 5 de maio de 2015

México: CANCUN (Parte 2)

Neste segundo post falarei sobre os shoppings visitados, o Mercado 28 e a nossa experiência na Coco Bongo.

Shoppings:
Não sou a pessoa mais apropriada para falar dos shoppings de Cancun pois não comprei absolutamente nada, achei que as coisas estavam caras ou do mesmo preço que no Brasil, é claro que o dólar a mais de 3 reais (na data da viagem) aliado ao fato de que faz alguns anos que tenho viajado aos Estados Unidos certamente contribuem para essa minha sensação. 

Achei o Shopping La Isla muito bonito mesmo, é um shopping aberto, com várias lojas de grandes grifes, cheio de canais estilo Veneza. Nele há uma marina de onde dizem que se vê um pôr do sol lindíssimo e acredito que sim.
Penso que vale a visita mesmo que não seja para comprar.


Las Plazas Outlet é o shopping onde se encontram as promoções. Me ative bastante às lojas como Nike, Adidas e Under Armour. Achei que os preços estavam muito parecidos com aqueles praticados pela Centauro e Netshoes. 

Na Tommy o preço das camisas estava o dobro do valor que pagamos nos Estados Unidos. Não encontrei nenhuma barbada, mas vá, veja com os seus próprios olhos e tire as suas conclusão. 

Plaza Las Américas um shopping bastante grande, é como se fossem dois shoppings anexos um ao outro, uma parte com grandes marcas, outra parte com lojas locais, praça de alimentação e a gigante loja de departamento Liverpool que é onde o pessoal costuma comprar eletrônicos.

Mercado 28: gente de Deus que bagunça, são muitas lojas bastante parecidas, vendendo praticamente as mesmas coisas, há momentos que já não sabemos se passamos por determinado corredor ou não. Como sempre, os vendedores são bastante insistentes e o assédio é muito grande, já temos que ir tendo isso em mente.

Os preços variam muito, o mesmo produto pode custar 50 pesos em uma loja e 100 reais na loja ao lado, mas vale a pechincha e sempre há preços especiais para brasileiros (como eles dizem).

Esse centro comercial tem quatro entradas com seus respectivos estacionamentos, se você não gravar bem a rua pela qual está entrando poderá perder muito tempo atrás do carro na hora de ir embora.

Em Cancun o que me surpreendeu bastante em termos de comércio foi o Free Shop do aeroporto, já que ouço falar pouco dele. Na área de embarque que fica no piso térreo há pequenas lojas e muitos restaurantes bons, tem até um Sr. Frogs ali e há bastante lojas no andar superior, que achei por pura curiosidade de ver onde dava aquela escada, já que não vi qualquer indicação de que haviam lojas no andar superior.

Tinha Guess, Swarovski, etc, tive que me render à Pandora,  há muito queria uma pulseira desta marca e a sobra de dólares foi apenas uma desculpa. Para você ter uma idéia de valor aqui a pulseira custa R$ 245,00 e lá estava US$ 62,00, um pouco mais barato se considerar que paguei 3 reais por dólar.

Coco Bongo: Sempre tive muita vontade de conhecer a boate Coco Bongo já que todos dizem que não é apenas uma boate mas um belíssimo show, e realmente é, o espetáculo é muito legal.

Mas nem tudo foi diversão na boate. Compramos os ingressos com o pessoal do hotel e fomos junto com eles, pegamos pista (70 dólares) com a garantia de que ficaríamos em um local mais reservado, nas laterais, logo abaixo dos camarotes. Chegamos na boate, não enfrentamos fila e fomos levados para um tipo de escadaria de onde se pode ver o show sem o empurra empurra da pista. 

Ocorre que nos camarotes as pessoas começam a colocar os copos de bebida numa espécie de corrimão justamente na parte que separa o andar do camarote e a escadaria logo abaixo, num dado momento do show balões são arremessados em direção à platéia que as fica jogando...e ai já viu, os balões batem nos copos que viram sobre o pessoal que está na referida escada. Vi um rapaz de camisa branca com as costas totalmente encharcada por uma bebida vermelha.

Mas o pior estava por vir, num dado momento alguém no camarote derramou bebida no chão e veio o funcionário da boate limpar, ele borrifava produto de limpeza sobre o liquido e o empurrava com um rodo na nossa direção derramando bebida misturada com produto de limpeza sobre nós. Quanto mais pedíamos para ele parar, mais ele continuava e isso se repetiu por três vezes, total desrespeito. Não é porque eu não paguei pelo camarote que eu não mereça ser respeitada, 70 dólares são 210 reais, não é pouco dinheiro.

Nos intervalos dos shows mulheres sobem no palco e no bar para dançar, muitas recebem jato de ar comprimido que acaba por levantar as suas saias, teve uma que a saia subiu e a blusa desceu, mas ok, é uma boate e o pessoal está se divertindo, até o momento em que uma mulher sobe no bar levanta o seu vestido e passa a enfiar e tirar o dedo no seu órgão genital, não sou moralista mas para mim foi totalmente desnecessário, uma baixaria.

Não me arrependo de não ter pago por camarote pois, embora tenha gostado bastante do show, na minha concepção não vale 140 dólares, 420 reais, esse é preço de espetáculo da Broadway.

Nos próximo posts falarei sobre a melhor parte da minha viagem, os dias em que fiquei na Riviera Maya.

México: CANCUN (Parte 1)

Cancun fica no estado mexicano de Quintana Roo sendo uma cidade com foco turístico desde a sua fundação. Figurou como principal destino caribenho nas décadas de 80 e 90.

Em 2005 a cidade foi praticamente devastada pelo furacão Wilma o que fez com que grande parte dela passasse por uma remodelação a partir de então.

Hoje quem visita Cancun vê uma série de Hotéis novos totalmente preparados para receber o turista.

Muito em virtude da estrutura hoteleira, por muitos anos Cancun atraiu quase que com exclusividade os turistas que visitavam a região em busca de atrativos que, em grande parte, estão na Riviera Maya e não propriamente de Cancun. 

Mas as coisas estão mudando um pouco e Playa del Carmen vem se estruturando cada vez mais, passando a atrair um bom número de turistas, principalmente europeus.

Ouvi dizer e pude confirmar in loco que em Cancun encontramos mais americanos e em Playa del Carmen mais europeus.

Planejei a viagem com o propósito de descansar em Cancun, recarregar as baterias MESMO. Por esta razão, no período em que estivemos lá, fizemos somente atividades próximas daquele local, deixando o restante dos passeios e atividades para o período em que estaríamos em Playa del Carmen.

Ficamos 5 noites em Cancun, neste período, além de curtir o sol e o mar, visitamos Isla Mujeres, Playa Delfines, Playa Gaviota Azul, Mercado 28, boate Coco Bongo e demos uma passada nos Shoppings La Isla, Las Plazas Outlet e Plaza las Américas.

Neste primeiro post falarei sobre Isla Mujeres e as praias que eu visitei em Cancun.

Isla Mujeres: uma ilha que fica bem próxima à Cancun e que tem uma série de opções de lazer. 

Pegamos o ferry da empresa Ultramar em Playa Caracol, no embarcadouro que fica quase ao lado do hotel Riu Cancun. Pagamos 330 pesos por pessoa a viagem redonda (como eles chamam) que seria ida e volta.

Só a travessia para Isla já vale o passeio, pois a cor do mar é fantástica.

A nossa idéia era curtir a praia e chegando lá caminhamos não mais que dez minutos até a Playa Norte que, segundo li, é talvez a praia mais bonita da ilha.

Realmente a praia é muito boa, tomamos um banho de mar fantástico. Muitas embarcações vão para aquela praia onde os passageiros aproveitam o banho de mar.

Alugamos espreguiçadeira e guarda-sol por 220 pesos e ficamos lá até as 15 horas quando nos dirigimos ao centro para passear pelas lojinhas de comércio local antes de pegar o ferry das 16 hs.

Logo que se desembarca do ferry à esquerda do pier há uma praia, não indico ficar ali, o pessoal pelo visto vai para lá com as suas famílias fazer a nossa boa e conhecida "farofada" e a coisa fica mais agitada, pode ser uma boa opção se a intenção for observar os costumes locais.

Há muita oferta de carrinhos de golfe para locação, eles são usados pelos turistas para dar a volta nessa pequena ilha. Imagino que deva ser um ótimo passeio.

Em Isla está o Parque Natural de Arrecifes Garrafón, todos chamam somente de Garrafón. É um parque lindo, bem estruturado, cheio de atividades como snorkel, caiaques, tirolesa, bike e nele se pode fazer o nado com golfinhos.
  
Como eu não queria nadar com golfinhos (desde quando vi um documentário mostrando a forma como eles são apartados das suas mães) preferi curtir a praia mesmo.

Além de atravessar de ferry você pode contratar passeios feitos por embarcações particulares que levam o turista à ilha com parada em pontos para a prática de snorkel ou diretamente ao Parque Garrafón com ou sem nado com gofinhos. Na verdade, há uma infinidade de passeios ao dispor do turista envolvendo a referida ilha.

No final do post deixarei o contato da Paula Cauduro, uma brasileira que trabalha com turismo receptivo em Cancun e que oferece todos esses passeios, é uma pessoa bastante séria e prestativa, sempre disposta a tirar dúvidas e auxiliar o turista, ela administra o grupo do Facebook Dicas de Viagem para Cancun, que muito me ajudou a organização da minha viagem.









Playa Delfines e Playa Gaviota Azul: Não poderia deixar de visitar a Playa Delfines que é onde está o famoso e disputadíssimo letreiro de Cancun, foram uns 20 minutos, ou mais, para tirar a foto abaixo. Valeu a pena, o colorido da foto ficou tão lindo quanto a cor do mar de Cancun.





Eu achei Delfines uma praia muito linda e um tanto quanto diferente da idéia que eu tinha de mar do caribe (aquele mar calmo), fica num trecho de mar mais aberto (não é uma enseada,) te dá uma sensação boa mas, naquele dia, o mar ali estava tão agitado que não tive coragem de entrar.




Visitamos a Playa Gaviota Azul que fica junto do Beach Club Mandala, também pelo fato de que era bastante próxima ao nosso hotel e achei incrível o quanto o mar pode mudar tanto em tão poucos metros. O mar ali já é um pouco mais agitado que o mar das praias da parte de cima do 7, mas o que me chamou a atenção foi a quantidade de vegetação que havia sido arrancada do fundo do mar e arrastada para a beira da praia. Algumas pessoas com quem conversei me explicaram que na semana anterior o mar havia estado bastante agitado por conta do vento forte o que fez com que essa vegetação que normalmente é barrada pelos corais chegasse até a praia. O interessante é que elas ficam na areia expostas ao sol mas sem gerar qualquer mal cheiro.




Essa vegetação não é sujeira, é da natureza, faz parte do mar, serve de alimento para muitos animais marinhos (em Akumal pude ver as tartarugas se alimentando dessa vegetação) e ela está no lugar dela. Não me venha dizer que as praias são sujas porque não é verdade mas é claro que impacta no visual do lugar. 

Contato 
Paula Cauduro - turismo receptivo em Cancun
Dicancun Tours  dicancunprc@gmail.com
Todas as pessoas que ouvi dizer que fizeram os passeios com a Paula relataram que a experiência foi fantástica e que ela é uma pessoa bastante prestativa. Um turista relatou, inclusive, que ela os ajudou a resolver problemas que nem diziam respeito à ela. 

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Aluguel de Carro em Cancun - MEX Rent a Car e Fox Rent a Car - péssima experiência

Como já falei no post anterior, quando viajo gosto de poder fazer a minha programação, de não estar presa a horários e a passeios em grupo, (embora esteja convicta de que em muitas situações passeios em grupo são a melhor opção) por esta razão, normalmente alugo carro nos meus destinos o que me dá maior mobilidade.

Até hoje, sempre havia locado carro no exterior via agência de viagens principalmente em virtude da falta de conhecimento que temos de quais seguros são realmente necessários.
Desta vez, resolvi locar através do site da Copa Airlines um carro da MEX Rent a Car (depois vim a saber que é uma afiliada da Fox Rent a Car) já que possuía valores bastante atrativos e ali constavam todas aquelas letrinhas referentes às coberturas de seguro que já sei que têm que ter, (CDW,...) mas não constava a informação de que as coberturas eram apenas parciais.
Comecei a desconfiar do seguro quando recebi o voucher informando que seria bloqueado do cartão US$ 1.450,00 referente a franquia para o caso de sinistro.
Como assim???  Franquia de quase R$ 4.500,00 que já ficaria bloqueada do limite do cartão. Nem pensar.

Na retirada do carro questionei o funcionário da locadora e ampliei as coberturas do seguro que acabou gerando um custo adicional de US$ 180,00 mas que reduziu a franquia para US$ 150,00,  ou seja, paguei para ter a garantia de que em caso de qualquer problema o meu gasto adicional não seria os R$ 4.500,00 da franquia.

O valor total do carro com o seguro ficou em R$ 1.300,00 por 10 dias (compatível com o que tenho pago nos EUA).

Mas este foi, sem qualquer dúvida, o pior carro que já locamos em uma viagem.

Carro cheio de avarias, bancos todos manchados e sujos (pelo visto o pessoal sai da praia e senta molhado no carro), no assoalho atrás do motorista haviam pipocas derramadas, sem falar que a direção vibrava mesmo em baixa velocidade. 

As avarias vimos na hora e foram registradas na vistoria de entrega, mas a sujeira só foi percebida no dia seguinte (pegamos o carro quase meia noite) isso que tivemos que esperar pelo carro que estava na "lavagem" o que me pareceu até uma piada. 



Optamos por locar o carro sem GPS pois tínhamos olhado bastante o Google Maps e conversado com pessoas que já estiveram em Cancun e todas foram unânimes em dizer que é bastante fácil dirigir em Cancun e região.

Mesmo assim, baixamos os mapas mexicanos no celular do meu marido (o HERE do Windows Phone é fantástico, funcionou super bem e agora está disponível para Android) e vários mapas off line do Google Maps no Ipad. Salvamos mapas de todas as áreas pelas quais iriamos percorrer durante a viagem, principalmente porque sei que muitas prainhas poderiam não ser encontradas no GPS (uma pessoa precavida vale por duas kkk). 


Tudo correu super bem no quesito deslocamento, não tivemos qualquer problema com a polícia local mas sempre respeitamos os limites de velocidade. Há muito policiamento nas estradas e por toda zona hoteleira.
Recebemos o carro com tanque cheio e deveríamos devolver o carro da mesma forma, já que o abastecimento pela locadora custaria o dobro do valor cobrando nos postos de combustíveis.
Como queria voltar para ao Brasil com poucos pesos, resolvi que reduziria a troca de dólares por pesos nos últimos dias e abasteceria o carro com cartão de crédito quando estivesse chegando no aeroporto de Cancun onde fica a locadora mas...QUEM DISSE QUE OS POSTOS DE GASOLINA ACEITAM CARTÃO DE CRÉDITO???

Fomos em quatro postos e a resposta foi sempre a mesma: - solamente efectivo.

A nossa sorte é que tínhamos dólares e que o último posto visitado aceitou que abastecêssemos com dólar nos dando o troco em dólar, porém, a conversão utilizada foi horrível 13 pesos por dólar, mas não tínhamos outra opção.

Desta viagem fica o aprendizado, alugue carros de locadoras de renome internacional e de preferência através de um agente de viagens, há coisas que podemos fazer sozinhos sem intermediários, mas nem tudo e se informe se os postos aceitam cartão de crédito caso intencione utilizá-lo no abastecimento.

No momento da devolução do carro, que por conta do conturbado abastecimento se deu na exata hora agendada, foi possível verificar que o nosso carro devia ser o pior da frota mas, na dívida, fuja da MEX e da Fox. 

domingo, 26 de abril de 2015

Destino: MÉXICO

Após alguns anos consecutivos visitando os Estados Unidos (que eu amo e não escondo de ninguém) resolvi que era hora de começar a conhecer o Caribe, destino que sempre esteve nos meus planos.
 
Mas por onde começar???
 
Quem sabe começar pela parte do Caribe pertencente ao país colado aos Estados Unidos (kkkkkk)? M É X I C O
 
Foi com o local escolhido que parti para a escolha do período da viagem, afinal de contas, precisava ser calor para aproveitar ao máximo aquele mar lindo e eu queria fugir da época dos furacões que vai de junho à novembro e dos meses de chuva. Com a ajuda do site World Weather concluí que março/abril seriam bons meses para viajar. Feito isso, foi só esperar uma promoção de passagens.

Vôo: consegui uma boa promoção de passagens para voar no início de abril pela Copa Airlines, que tem vôo direto de Porto Alegre com conexão no Panamá.
 
Diferente de setembro do ano passado quando peguei esse mesmo vôo,  neste ano a aeronave era bem mais nova e com muita opção de entretenimento, eram diversos filmes, documentários, clipes, jogos, etc, disponibilizados em telas individuais (ano passado era um monitor passando um filme predeterminado a cada várias poltronas). 


 

Hotéis: queria descansar mas também aproveitar as belezas locais. Antes de reservar o hotel decidi quais lugares eu queria conhecer, foi ai que me dei conta de que muitos dos passeios feitos por quem visita Cancun ficam mais perto de Playa del Carmen que propriamente de Cancun, e tendo esta última resorts fantásticos o mais coerente seria descansar em Cancun já que poderia fazer os passeios estando hospedada em Playa del Carmen que para mim era um destino certo já que eu queria muito conhecer Cozumel sem a necessidade de acordar tãoooo cedo (o que seria incompatível com o quesito descanso).
 
Desta forma, os dias de Cancun seriam de descanso e os dias de Playa seriam para aproveitar parte do que tem de melhor. 

Mas onde ficar em Cancun? Pesquisando na internet, encontrei postagens dos blogs Viaje na Viagem (link) e Melhores Destinos (link) que muito bem descrevem a geografia de Cancun. Estes dois posts me fizeram decidir de forma contundente que eu queria ficar em um hotel na parte superior do 7 (observe e verás que a zona hoteleira de Cancun tem a forma de um sete) e quanto mais para a ponta do 7 (península) melhor. Com o auxílio do Tripadvisor e do grupo do Facebook DICAS DE VIAGEM PARA CANCUN resolvi que (se as finanças permitissem) ficaria no Riu Cancun,  hotel de uma grande rede espanhola conhecida pelos seus hotéis com serviços all inclusive.

 



 
Queria all inclusive pois, como falei, Cancun seria para descansar, curtir o hotel e o mar.
Foi a minha sorte, pois o dólar disparou tanto desde a compra das passagens que os custos com alimentação teriam onerado muito o meu orçamento.
Importante dizer que na data da reserva haviam hotéis na volta, sem café da manhã, somente 80 reais mais barato (paguei R$ 580,00 a diária pelo Decolar que foi o menor valor encontrado).

O Hotel Riu Cancun é excelente, tem ótima estrutura, bons restaurantes, funcionários cordiais e o melhor de tudo, um mar lindo à sua frente com condições propícias para banho (há muitos hotéis que a sua faixa de praia não é boa para banho pois ou é muiiiito pequena, ou o mar muiiiito agitado, tem um hotel que desde a entrada no mar até os corais a água não passa do joelho do hóspede).
 
O Riu Cancun está localizado a poucos minutos da região dos bares, boates (Coco Bongo, Mandala, The City) e de algumas lojas,  sendo possível dar uma voltinha caso você se canse de descansar no hotel.
 
Penso que o ponto fraco do hotel é a comida, mas talvez isso seja uma questão de paladar já que não gostei muito das carnes preparadas por eles e nem dos frutos do mar mas...há quem tenha gostado muito (acho que no Brasil se come tão bem que somos exigentes).
 
Há tanta variedade de comida que certamente devem ter pratos bons, eu não experimentei nem um terço dos pratos, agora....os drinks preparados nos bares são ótimos e esses sim eu experimentei quase todos kkkk.
 
Todas as noites há um show diferente e de muita qualidade (assistimos 5 shows), segundo os recreacionistas os shows se repetem a cada duas semanas.
 
No Riu há locais para todos os gostos já que além de toda a faixa de areia, há três piscinas. Na piscina central que tem o bar molhado fica o pessoal mais festeiro, tem música mais alta e é bastante cheio, bem do lado esquerdo dessa piscina há outra que é onde ficam os recreacionistas, sendo bastante frequentada pelas famílias com filhos ou por quem queira participar das atividades. Há também uma outra piscina mais distante dessas duas em local bem calmo, mais silencioso, onde fica quem está lá com o propósito de descansar, é nessa área que fica a jacuzzi.
 
De um modo geral não é difícil de encontrar um lugar para ficar (principalmente nessa piscina mais calma) mas as pessoas tem o péssimo hábito de reservar suas espreguiçadeiras com as toalhas de praia o que torna a vida do hóspede um pouco mais complicada no fim de semana, sugiro fazer passeios nesses dias.
 
Tente não ficar no 3º e no 13º andar, os quartos destes andares possuem vista parcialmente encoberta por uma mureta, ao passo que nos demais andares a vista é total uma vez que na sacada em vez da mureta há um vidro, a foto abaixo retrata bem o que eu estou dizendo.
 
Esteja ciente de que a partir do 10º Andar os quartos possuem portas entre eles para a opção de quarto conjugado, o que faz com que se escute absolutamente tudo de um quarto para o outro.
 
Me colocaram no 13º Andar no primeiro dia mas solicitei a troca ainda no check-in, o que foi atendido no dia seguinte quando mudei para o 7º Andar.

 


Em Playa del Carmen, já que a intenção era passar os dias fora do hotel o critério de escolha foi ótima localização com bom preço, escolhi o Hotel Lunata que fica bem na 5 a. Avenida que é um calçadão cheio de lojas, bares e restaurantes,  a minha idéia era poder sair à noite sem depender de qualquer meio de transporte. 
 
O Hotel Lunata é um hotel bastante simples, mais parece uma pousada, mas que atendeu bem as minhas necessidades. Fiquei surpresa com a qualidade da internet deles.
 
Cito dois pontos fracos, o fato de não ter elevador (mas o hotel não tem mais que dois ou três andares) e o café da manhã que não tem frios, apenas manteiga e geléia para companhar pães e croissant, além de frutas e um suco delicioso feito na hora, o que para mim foi ótimo pois o café da manhã do Riu Cancun na minha opinião é a melhor refeição oferecida por eles, e com isso cometi vários excessos.

 



 
Locomoção: quem me conhece sabe que quando saio de férias e vou viajar o que menos gosto é de estar atrelada a horários e a passeios em grupo, gosto de poder fazer as minhas escolhas, de estar livre para alterar o meu roteiro de acordo com a minha vontade ou de quem viaja comigo. Essa liberdade de ir e vir quando, e como eu quero, normalmente eu consigo alugando um carro e foi o que eu fiz no México, embora pense que é perfeitamente possível visitar Cancun sem carro, ainda mais se você contratar passeios. 
 
Porém, na região da Riviera Maya que tem uma infinidade de lugares lindos, penso que o carro é a melhor opção, dois dos lugares que mais gostei de visitar só foram acessíveis porque eu estava de carro.

Falarei sobre o aluguel do carro em post específico.

Seguro: Travel Ace, contratado diretamente no site da seguradora, com bom valor de cobertura já que o barato sai caro. Sei de pessoa que necessitou retornar ao Brasil em avião com cuidados hospitalares a um custo de R$ 170.000,00 sendo que o seguro só cobriu R$ 40.000,00. 
 
Também não viajo com o seguro do cartão de crédito platinum pois tenho uma amiga que precisou e teve problemas.
 
Graças a Deus não necessitei utilizar o seguro.
 
Atente para o fato de que existe seguro viagem e assistência saúde, se informe antes de contratar.