segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Um Chip de celular, um power bank e uma viagem completamente diferente

Primeiramente preciso dizer que essa postagem não é uma postagem publicitária, já que escrevo somente para compartilhar a minha experiência de forma completamente isenta uma vez que paguei por cada produto usado na minha viagem.

Sempre viajei sem internet dependendo do wi-fi do hotel, dos restaurantes, das lojas... e quantas vezes fui obrigada a dar um tempo no Starbucks somente para usar o sinal (quem nunca fez isso que atire a primeira pedra kkk).

Desta vez por saber que ia usar bastante o transporte público desde a chegada em Chicago, contratei, ainda no Brasil, um chip de internet. 

Pesquisei bastante antes de decidir já que queria uma internet ilimitada, veloz e que eu pudesse rotear o sinal com mais um celular e um tablet.

Decidi por contratar o serviço da Easysim4you e tudo funcionou perfeitamente.

Li muito sobre a empresa em grupos do Facebook, já Easysim4you é parceira dos grupos Coisas de Orlando, Vou para New York e Vou para Las Vegas e Califórnia dos quais faço parte e sempre vi nesses grupos a divulgação de códigos de desconto para a contratação serviço.


No dia que fui comprar o chip não encontrei nenhum desconto, mesmo assim, mandei um whatsapp para a empresa questionando se havia algum código ativo e logo em seguida me informaram um código com 10% de desconto. 

No site você faz a combinação que melhor atende as suas necessidades podendo contratar somente serviço de dados, minutos de ligações, sms, etc, pelo período que você quiser, tudo muito fácil e intuitivo.

Uma semana depois chegou o meu chip e a informação de que até dois dias antes da ativação eu  receberia por email o meu número nos EUA e as instruções de como proceder.

Quando da contratação informei o período da viagem, como esta informação não constava no voucher, respondi ao email recebido informando novamente o período contratado mas o meu email deve ter se perdido como um spam e dois dias antes da viagem ainda não havia recebido as instruções, mais uma vez entrei em contato com a empresa pelo whatsapp e em menos de 30 minutos tudo estava resolvido.

Sempre que precisei falar com eles para tirar dúvidas, fui prontamente atendida o que me transmitiu segurança e a certeza de que em caso de qualquer problema eles jamais iriam me deixar na mão.

Chegando nos EUA, ainda no avião coloquei o chip americano no meu celular, rapidamente ele foi reconhecido e uma avalanche de mensagens do Whatsapp começaram a ser baixadas sem que eu tivesse que fazer mais nada.

A partir daí foi tudo alegria.

Passei todo o período compartilhando o sinal com outro celular e a internet sempre se manteve rápida superando a minha expectativa.

Mas um celular sendo usado intensamente, servindo ainda como um roteador requer que a sua bateria seja carregada com bastante frequência, foi pensando nisso que resolvi comprar um power bank potente capaz de dar diversas cargas no celular, escolhi o da marca Pineng de 20000 mAh capaz de carregar até um notebook. Cheguei a dar 3 cargas completas no meu celular ao longo do dia sem esgotar a carga do power bank.

Hoje eu digo sem qualquer dúvida que o chip da Easysim4you, o power bank e o google facilitaram muito a minha viagem, todas as informações que eu queria estavam ali nas minhas mãos sem perda de tempo. 

Em Chicago a internet foi muito importante para a locomoção, para a busca de informações sobre o local, mas em Orlando foi importantíssima para encontrar os famosos cupons de desconto das lojas, sem falar que pude estar sempre em contato com a minha família.

Nunca mais viajo sem esses dois ítens, uma excelente internet e um ótimo carregador portátil.

Antes de contratar a internet entrei em contato com a Celtravel e o chip deles não permitia o compartilhamento de sinal.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Chicago, organização da viagem

Como já dito em diversos posts eu tenho uma lista de lugares que desejo conhecer e o destino normalmente é escolhido pelas promoções que encontro naquele momento. Chicago sempre foi uma cidade que me atraiu muito, mas as passagens sempre caras fizeram com que eu retornasse a outras cidades americanas mesmo antes de conhecer Chicago.
Finalmente quando concluí que ou eu pagava o "preço" de Chicago ou jamais ia conhecer a famosa Wind City, foi que resolvi que era hora de realizar mais esse sonho.


Passagens via Google Flights:
Primeiro veio a dúvida de quantos dias ficar, pesquisei um pouco, vi o que eu poderia fazer no local e decidi que uma semana seria suficiente. Como não queria desperdiçar dias de férias no Brasil resolvi tentar dividir a viagem entre Chicago e algum outro destino...Foram muitas as combinações feitas e sites pesquisados mas o Google Flights foi a ferramenta que me propiciou a melhor oferta.
No final a viagem ficou da seguinte maneira...
Ida: Porto Alegre-Guarulhos (Azul) e Guarulhos-Chicago (United Airlines)
Trecho intermediário: Chicago – Orlando (United Airlines)
Volta: Orlando-Campinas (Azul)  e Campinas Porto Alegre (Azul)
E acreditem, a viagem passando por Orlando saiu apenas 100 reais mais cara que indo apenas para Chicago e se a combinação tivesse sido com New York, teria economizado 300 reais em passagens.

Hotel via hoteis.com:
Primeiro escolhi a região que queria ficar, no caso, uma região central, com movimento à noite e segura. 
Decidido isso fiz reservas pelo hotéis.com que estava com os mesmos preços que os concorrentes, me dá uma diária grátis a cada dez diárias e me permite pagar tudo antecipado em reais, no cartão, fugindo do IOF.
Escolhi o The Whitehall Hotel, que fica na 105 E Delaware PL., a meia quadra do 360 Chicago, da Michigan Av. e de vários lugares interessantes.
O Hotel é muito bom, o staff é super atencioso, precisei deixar malas guardadas na chegada e na saída e tudo deu certo, o único ponto negativo para mim é não ter frigobar, de resto, amei o hotel e ficaria nele novamente.
Achei bastante cara a hotelaria em Chicago, muito compatível com os preços praticados em NY.
O hotel recebe encomendas para os hóspedes sem cobrar qualquer taxa por isso. Curiosidade: Um mês antes da viagem tive familiares que se hospedaram nesse hotel e que fizeram uma encomenda que chegou apenas após o retorno deles ao Brasil, muito desacreditada, resolvi perguntar se por acaso, a encomenda estava lá...procurando pela data do check in do meu familiar, acharam o número do quarto e lá no depósito estava guardada a encomenda deles mesmo um mês depois do check out.
Fiz a reserva com o dólar bastante alto, pouco mais de um mês da viagem vi que o hotel estava em promoção com um valor bem inferior ao que havia pago, resolvi olhar a minha reserva e descobri que havia garantia do menor valor até a véspera da viagem, resumindo, liguei para o hotéis.com e me devolveram no cartão 600 reais, sem qualquer burocracia. Ponto para eles por mais uma vez terem superado a minha expectativa.

Transporte:
O O’Hare, aeroporto de Chicago é bem longinho do centro, uma das opções era contratar um serviço de transfer, usar o Uber ou táxi, o que não sairia menos de 50 dólares ou tentar usar o transporte público que sairia 5 dólares por pessoa, uma economia e tanto (40 dólares).
Optei pelo mais barato também para viver essa experiência de ter que me virar.
O transporte público em Chicago é gerido pela empresa CTA – Chicago Transit Authority que congrega em um único sistema o metrô e o ônibus, e os passes são vendidos pela Ventra que tem máquinas em diversos lugares.
Há um post muito bom sobre a compra dos passes de transporte público no Blog Descubra o Mundo, que vale a pena ler aqui.
Como o meu hotel era bastante central, eu sabia que andaria de transporte público mas não todos os dias, por esta razão decidi não comprar o passe livre para todo o período da viagem o que daria 28 dólares por pessoa e optei por adquirir um único Ventra Card, já que comprando um cartão e abastecendo ele com o valor que eu entender apropriado é possível usá-lo para pagar todas as passagens do grupo. 
Descemos no aeroporto e fomos seguindo as placas que sinalizavam o acesso ao metrô...até que chegamos e lá estava a máquina da Ventra, coloquei nela uma nota de 20 dólares, escolhi NEW VENTRA CARD e lá saiu o meu cartão com 15 dólares de crédito (chegando no hotel eu me cadastrei no site da Ventra e obtive de volta os 5 dólares pagos pelo cartão).
Pegamos o trem linha azul na estação O’Hare no sentido Forest Park, descemos na estação Washington, fomos até a estação Lake e lá pegamos a linha vermelha sentido Howard, duas estações depois estávamos a duas quadras do nosso hotel. Para ir para a região central sempre é necessário usar as duas linhas, azul e vermelha.
Como eu não sabia se a minha internet ia funcionar eu tinha impresso o mapa do trajeto que havia programado pelo Google Maps e isso me ajudou muito, depois de tantas horas de viagem sempre chegamos meio zonzos no destino e com o raciocínio meio atrapalhado.
No decorrer dos dias usamos bastante o sistema de ônibus, por vezes combinado com o metrô. Sempre acessava o Google Maps, programava o destino e de que forma queria ir, já aparecia em quantos minutos o ônibus tal iria passar em tal lugar, quantas paradas depois teria que descer, qual outro ônibus ou metrô teria que pegar e por aí vai...amei os ônibus, são limpos, tem portas largas, baixam a suspensão para idosos e deficientes entrarem...acessibilidade nota 1000, sistema totalmente amigável, quase nunca foi preciso esperar e sempre que os utilizei estavam vazios.
Algumas noites que saímos usamos o Uber que lá funciona super bem. 
Baixe o aplicativo da Ventra, por ele você pode facilmente consultar o saldo do seu cartão e fazer recarga rapidamente, baixe, ainda, o aplicativo Chicago Transit - CTA que tem todas as informações sobre o sistema de ônibus, trem e metrô de Chicago em tempo real.

Agora que eu já dei dicas para a compra da passagem, reserva de hotel e de como se locomover por Chicago vou contar um pouco sobre a ferramenta que mais me auxiliou durante toda a viagem...a internet...aguarde.

domingo, 17 de maio de 2015

México: Riviera Maya - Parte 3 - Cenote dos Ojos e Akumal

É com uma certa nostalgia que começo a escrever este post, como já disse anteriormente, a viagem para mim se encerra quando publico a última postagem sobre ela, e esta em especial foi tão boa que eu não gostaria que acabasse. Mas vamos lá...

Cenote dos Ojos

Eu não poderia visitar a Riviera Maya sem conhecer ao menos um dos cenotes, gostaria de ter ido a mais de um pois nenhum é igual ao outro.

A Wikipédia define o cenote como sendo uma cavidade resultado do colapso da rocha-mãe calcária que acaba expondo as águas subterrâneas. As águas de um cenote de um modo geral são bastante límpidas pois em grande parte são decorrentes das chuvas que permeiam o solo rochoso até chegar às cavidades devidamente filtradas. Para os Maias os cenotes possuíam toda uma conotação mística, ligada a rituais e sacrifícios sagrados.

Depois de ler muiiiito, mas muiiiito mesmo, optei por conhecer o Cenote dos Ojos ele é composto por três cavernas parcialmente inundadas acessíveis por túneis subterrâneos repletos de estalactites e estalagmites.


O Cenote dos Ojos fica na Carretera Cancun-Tulum e o seu acesso se dá logo após a entrada do parque Xel-Há, não tem erro, é muito bem sinalizado. 

Na beira da estrada há um centro de informações onde você é atendido, ali você pode contratar apenas o acesso ao cenote que te dá direito a banhar-se nas áreas abertas ou o tour guiado que te faculta percorrer os túneis subterrâneos até as cavernas subaquáticas. 

Não vejo muita graça em não fazer a atividade completa, pois do contrário você vai ficar ali tomando banho na parte aberta o que não demonstra nem um décimo do que é o lugar, e tem mais, se é para entrar naquela água fria, que seja para aproveitar o todo kkk.

Pagamos 500 pesos por pessoa pela atividade completa que incluía o ingresso ao cenote, aluguel de snorkel, nadadeira, lanterna, colete, roupa de neoprene e a disponibilidade de um armário para deixar os pertences.

Embora a água seja fria não achei necessidade da roupa de neoprene pois o dia estava bastante quente.





Importante dizer que não sei nadar e que tinha bastante receio da escuridão do local mas em nenhum momento senti medo ou fiquei apreensiva, a atividade é muito tranquila.

Uma dica que dou é que mesmo que você saiba nadar, use o colete, quase que a totalidade da atividade se dá percorrendo canais o que por si só é bastante cansativo, agora, se você tiver que se deslocar e ainda se esforçar para flutuar o desgaste físico será bem maior considerando que a atividade toda dura em torno de 45 minutos. O meu marido sabe nadar e dispensou o colete, no fim da atividade, me disse que se soubesse que era assim teria usado o colete pois teria aproveitado bem mais, sem falar que é possível tirar o colete caso queira mergulhar mais fundo.

Nunca vi uma água tão limpa e tão azul.

Logo que se sai dos poços abertos e adentramos nos túneis a escuridão toma conta e o uso das lanternas é que garante a visibilidade fora d'água, já dentro d'agua a visibilidade é fantástica.




O meu maior receio era chegar até a tal da "bat cueva" a mais escura e com morcegos... não sei se dei sorte, mas não vi mais do que três morcegos, tranquilo.

A experiência é fantástica, aquela água gelada, a atividade física e a adrenalina te faz terminar o passeio com uma sensação difícil de descrever, já li alguns relatos de que a sensação é de estar de "alma lavada".

Findo o percurso com guia, é possível ficar nas partes abertas por quanto tempo quiser.

Havia a possibilidade de adquirir um pendrive com as fotos tiradas por um fotógrafo profissional por 300 pesos, como eu levei uma GoPro, dispensei o serviço. Contudo, a escuridão é tanta que em muitos lugares as fotos ficam horríveis, praticamente um borrão, não é a toa que o fotógrafo levava junto dele quase que dois holofotes. As fotos que se salvaram foram as que tirei nos lugares em que havia alguma entrada de luz externa já a filmagem fica com uma qualidade melhor que as fotos. Talvez o ideal seja filmar e da filmagem extrair as fotos.

Vivendo e apendendo.

Akumal con las tortugas

Após sairmos do cenote, pegamos a carretera no sentido de Playa del Carmen já que a praia de Akumal fica no caminho. Seguindo as placas entramos à direita em direção à praia não mais com o intuito de tentar ver tartarugas pois a atividade no Dos Ojos tinha sido tão fascinante que imaginei que nada mais me surpreenderia na viagem e, sinceramente, achei que não tinham tartarugas coisa nenhuma, que eu passaria horas na água para ver no máximo uma tartaruga e que o "nadar com tartarugas" não passava de um pega turistas, o meu objetivo naquele momento era almoçar na beira da praia.

Pedimos informação sobre restaurante e nos indicaram o Lol-Ha, ele tem estacionamento próprio e fica bem na beira da praia, o estacionamento não é cobrado de quem o frequenta, bastando guardar a nota fiscal.

Pegamos uma mesa debaixo de um coqueiro e ficamos ali observando aquele mar fantástico enquanto almoçávamos.




Num dado momento vimos um brasileiro contando algo para a sua esposa todo empolgado, foi quando disse para o meu marido "bem que tu podias perguntar para ele se tem mesmo tartarugas?" kkkk.

Atendendo o meu pedido, foi feita a pergunta e a resposta foi..."-simmm, vi três bem ali adiante. Logo que não dá pé já tem tartarugas".

Pensei...ai meu Deus, tem tartarugas mesmo, mas eu não sei nadar.

Vi que bem ao lado do restaurante há duas barraquinhas que alugam snorkel, pés-de-pato e colete salva-vidas, fui até lá apenas para locar o colete já que eu tinha o meu snorkel. Contudo, o aluguel do colete não era mais possível pois já eram 5 da tarde e logo se encerrariam as atividades na praia. Como estava saindo um casal com um guia, o rapaz da barraca me sugeriu ir com eles ao custo de 300 pesos, e foi o que eu fiz, aliás, foi a melhor coisa que eu fiz.

Fui com o grupo que tem coletes salva-vidas azuis com o desenho de um casco de tartaruga em verde nas costas (o outro grupo tem coletes laranja), e o guia foi o Daniel, um menino muito simpático e super atencioso.

Logo que nadamos um pouco já começamos a ver tartarugas, ora sozinhas, ora em grupos...umas menores...outras gigantes (em torno de 1 metro ou mais). Elas ficam comendo a vegetação do fundo do mar e vez ou outra submergem para respirar.

Eu não tenho adjetivos para descrever o que eu senti durante o tempo em que estive ali com elas, me apaixonei e prometi a mim mesmo que um dia repetirei essa experiência.




Após, ver algumas tartarugas imaginei que o guia iria nos levar de volta para a praia, que nada, ele nos fez nadar até os corais chegando a alguns locais com profundidade entre 6-8 metros, foi fantástico, vimos uma arraia, alguns camarões e diversos tipos de peixes. Ficamos uma hora nadando naquela água quente, a mais quente de toda a viagem.

Como o guia levava uma pranchinha de surf vez ou outra era possível parar para esvaziar o snorkel e descansar para seguir em frente.

Sobre essa atividade digo que quando eu achei que já tinha vivido tudo de melhor nessa viagem, veio Akumal e me mostrou que há mais, muito mais a se conhecer e a se viver na Riviera Maya.

Ao me oferecer o passeio o rapaz me disse "-se você não ver tartarugas eu te devolvo o dinheiro" depois de tudo que eu vi e vivi mal sabe ele que eu pagaria o dobro para fazer tudo mais uma vez.

O meu marido, que sabe nadar, não foi comigo, ele nadou sozinho e viu umas 3 ou 4 tartarugas mas até por uma questão de segurança não chegou até os corais, comparando a minha experiência com a dele concluo que vale a pena ir com guia.

A minha dica sobre Akumal é...não faça como eu...não deixe para entrar na água tão tarde já que a sua cor e visibilidade está diretamente ligada ao sol, procure fazer esta atividade até as 14 horas. Como as 17 horas o sol já não brilhava com a mesma intensidade a água já não estava mais tão transparente quanto na hora em que chegamos na praia, mas mesmo assim valeu a experiência.

Se estiveres de carro e a intenção for fazer alguma refeição na praia, penso que vale a pena ir ao restaurante Lol-Ha os preços são bons principalmente dos sanduíches (Club Sandwich, hummmm) e você deixará de pagar 50 pesos nos outros estacionamentos.

Eram 18:30 quando me despedi de Akumal, agora sim, de alma lavada, feliz e completamente apaixonada pelas tortugas.

Não gosto de dizer para ninguém que uma atividade é imperdível pois vai muito do gosto de cada um mas, neste caso, abrirei uma exceção. - SE FOR POSSÍVEL, VISITE AKUMAL, NADE COM AS TARTARUGAS e depois venha me contar como foi.


video



...e assim termino a minha viagem através dos posts sobre Cancun e a Riviera Maya com um forte sentimento de "quero mais" já que gostaria de ter visitado as praias, Maroma, Xpu-ha e Paamul, ter feito snorkeling em El Cielo (Cozumel) e ter caminhado muiiiito mais na 5a. Avenida de Playa del Carmen, masss...tudo isso fica para um próxima oportunidade, se Deus quiser, e ele há de querer.

Hasta la vista, baby!

domingo, 10 de maio de 2015

México: Riviera Maya - Parte 2 - Tulum e Playa Paraíso

Em que pese o fato de Chichén Itzá ser um sítio arqueológico de grande relevância para a civilização maia e estar entre as sete maravilhas do mundo moderno, a zona arqueológica que escolhi conhecer foi a de Tulum. A presença do mar junto daquelas ruínas históricas me fez querer estar ali e enxergar a imagem abaixo com os meus próprios olhos.


Enquanto Chichén Itzá figurou como centro político e econômico da civilização maia, Tulum se destacou por ser uma comunidade mercantil portuária, até mesmo em virtude da sua localização privilegiada.


Saímos de Playa del Carmen relativamente cedo a fim de chegar em Tulum e conhecer o complexo antes do horário do meio dia tentando, com isso, fugir do sol forte.

A estrada é bem sinalizada e não tivemos qualquer dificuldade de encontrar o complexo. Chegando lá, pagamos 50 pesos de estacionamento, 24 pesos pelo transporte em um trenzinho que leva até a entrada do sítio arqueológico, o que foi totalmente desnecessário já que poderíamos ter ido a pé pois nem era tão longe e havia sombra em todo o trajeto, e para ingressar na zona arqueológica em si, pagamos 64 pesos.

O lugar é muito interessante, bastante cuidado e o mar turquesa faz toda a diferença. 

Ficamos em torno de uma hora e meia por ali. O complexo possui acesso a uma praia onde haviam várias pessoas tomando banho, mas como a nossa intenção era ir ao Cenote dos Ojos, dispensamos o banho de mar.


Voltamos para o complexo caminhando, embora tivéssemos pago pelo trenzinho já que o trajeto bem arborizado é bastante agradável.

A  idéia que eu tinha de Tulum era de um local com pouca estrutura, estava bastante enganada, até Subway e Starbucks tem ali, sem falar em uma infinidade de lojas.


Iguanas, tem várias por ali

Manifestação cultural na entrada do complexo
Antes de ir ao Cenote dos Ojos, fomos dar uma passada nas praias que ficam logo depois do sítio arqueológico, tinha ouvido falar em Playa Paraíso e queria conferir como era com a idéia de voltar no outro dia.

Como em outras vezes ficamos na dúvida se era uma praia privada ou pública já que na entrada o nome que se vê é do restaurante que funciona no local, no caso, El Paraíso, e não da praia propriamente dita. 

Pegamos a entradinha em direção à praia e logo tinha um estacionamento com uma pessoa que nos cobrou 50 pesos para deixarmos o carro, como disse que não íamos ficar mas apenas olhar a praia, nos foi autorizado permanecer ali por 5 minutos.

Chegando na praia, havia um restaurante e toda um estrutura com espreguiçadeiras, colchões de casal, guarda-sol, mesas e cadeiras, a disposição do turista a um preço que variava entre 250 e 300 pesos e que incluía também o estacionamento e o uso de banheiros com duchas para banho. Quem disse que conseguimos ir embora?




Neste dia caiu uma chuvarada mas em 30 minutos o sol já reinava.
Me apaixonei pelo contraste das cores desta foto

A praia é muito boa, com uma estrutura ótima, um banho de mar fantástico, é realmente a Playa Paraíso.

Só estando no lugar para entender...e com isso o cenote ficou para o dia seguinte, mas as coisas acontecem como tem que ser.



quarta-feira, 6 de maio de 2015

México: Riviera Maya - Parte 1 - Playa del Carmen e Cozumel

Depois de 5 noites em Cancun rumamos para Playa del Carmen, a maior cidade da Riviera Maia, região banhada pelo mar do caribe que se estende por 130 quilômetros, de Puerto Morelos até Punta Allen.

É na Riviera Maya que estão as mais belas praias da região e um grande número de atrações turísticas que acabam injustamente dando fama à Cancun, como é o caso dos cenotes, do Cirque du Soleil, dos parques Xcaret, Xel-há, Xplor, dentre outros.

Como já falei anteriormente, os dias em Playa seriam destinados a conhecer as belezas da região.

Playa del Carmen é uma cidade que tem tudo a ver comigo, na primeira noite em Playa respirei fundo e falei em voz alta "é disso que eu gosto", um centrinho super movimentado formado por várias quadras fechadas para o trânsito de automóveis, lojas de grife (Guess, MAC, etc) em perfeita harmonia com lojas de artesanato local, um shopping lindo chamado Quinta Alegria que conta com Forever 21, Victoria Secrets, American Eagle, Columbia...e por ai vai...restaurantes simples e outros sofisticados em meio a inúmeras Starbucks e Haggen Dazs.


As praias de Playa del Carmen em si não estão dentre as mais bonitas, a mais legal e mais procurada é onde estão situados os Beach Clubs Mamitas e Kool. No Mamitas, espreguiçadeiras e guarda-sóis estavam disponíveis por uma consumação de 1000 pesos enquanto no Kool eram 800 pesos, sendo que o Mamitas estava lotado e não havia disponibilidade. No Tripadvisor há vários relatos de pessoas que pagaram somente o aluguel das espreguiçadeiras e do guarda-sol, porém, essa opção não nos foi oferecida, talvez pelo fato de que ambos estavam lotados.

Em que pese a consideração acima, a noite de Playa e a beleza das praias ao redor da cidade fazem valer a pena a hospedagem em Playa del Carmen.

Começamos as nossas atividades na Riviera Maya pela mais esperada, snorkeling em Cozumel.

Na véspera fomos até o pier obter informações sobre os horários de saída do ferry para Cozumel, três empresas fazem a travessia em horários diferentes o que faz com que haja travessia de hora em hora.

Ali mesmo nos arredores do embarcadouro há uma série de pessoas vendendo os mais diversos passeios em Cozumel. 

Sob a alegação de que em Cozumel as coisas seriam mais caras já que todos os dias os navios de cruzeiro despejam na ilha milhares de turistas, fechamos o snorkeling em três pontos diferentes pois já tinha ouvido falar das pequenas embarcações com parte do fundo de vidro e sabia quanto custava. Pagamos 29 dólares por pessoa mais 30 dólares pelo aluguel de uma scooter para passear pela ilha após o snorkeling.


Na manhã seguinte pagamos mais ou menos 160 pesos por pessoa pela travessia para Cozumel pela empresa México Water Jets, sugiro que não compre a viagem ida e volta, assim você pode retornar no horário que bem entender. O ferry é muito bom, melhor até que o da Ultramar com a qual voltamos.

Chegando em Cozumel nos dirigimos ao local combinado para dar início ao passeio. O barco era pequeno mas eramos apenas 11 pessoas, fomos levados a três pontos para a prática de snorkeling com diferentes profundidades, simplesmente lindo, fico imaginando como será mergulhar com cilindro que possibilita o acesso a locais bem mais profundos.

Amei, a visibilidade da água, o seu azulão indescritível, o colorido dos peixes, tudo apaixona, foi fantástico, terminei o passeio com um sorriso de orelha à orelha e uma sensação maravilhosa de bem estar.






Voltando do passeio que durou em torno de duas horas formos retirar o scooter para darmos a volta na ilha. Foi muito divertido, até mesmo pelo fato de que não costumamos dirigir moto sendo esse passeio algo novo para nós e uma experiência bem legal. Tem uma boa parte que não é possível avistar o mar mas há outra em que a carretera costeia a praia o que faz com que o visual seja lindo mesmo.


No caminho passamos por um Hard Rock Café onde comprei camisetas (sempre compro camisetas dos Hard Rocks por onde passo).

Outra opção para quem não quer alugar carro ou moto é pegar um táxi e ir para o parque Chakanaab que dizem que é lindo, se um dia eu voltar à Cozumel (quero voltar em um Cruzeiro) pretendo visitar este parque.

Devolvida a scooter, demos uma voltinha no centro e fizemos a travessia de volta, cheios de boas lembranças e, sobretudo, muito felizes.



Importante dizer que eles não exigem habilitação específica para dirigir moto bastando que apresentemos a nossa CNH para carros mesmo.


Depois de conhecer Cozumel ficou bem claro que não é à toa que essa ilha se tornou destino de muitos navios de cruzeiro.

terça-feira, 5 de maio de 2015

México: CANCUN (Parte 2)

Neste segundo post falarei sobre os shoppings visitados, o Mercado 28 e a nossa experiência na Coco Bongo.

Shoppings:
Não sou a pessoa mais apropriada para falar dos shoppings de Cancun pois não comprei absolutamente nada, achei que as coisas estavam caras ou do mesmo preço que no Brasil, é claro que o dólar a mais de 3 reais (na data da viagem) aliado ao fato de que faz alguns anos que tenho viajado aos Estados Unidos certamente contribuem para essa minha sensação. 

Achei o Shopping La Isla muito bonito mesmo, é um shopping aberto, com várias lojas de grandes grifes, cheio de canais estilo Veneza. Nele há uma marina de onde dizem que se vê um pôr do sol lindíssimo e acredito que sim.
Penso que vale a visita mesmo que não seja para comprar.


Las Plazas Outlet é o shopping onde se encontram as promoções. Me ative bastante às lojas como Nike, Adidas e Under Armour. Achei que os preços estavam muito parecidos com aqueles praticados pela Centauro e Netshoes. 

Na Tommy o preço das camisas estava o dobro do valor que pagamos nos Estados Unidos. Não encontrei nenhuma barbada, mas vá, veja com os seus próprios olhos e tire as suas conclusão. 

Plaza Las Américas um shopping bastante grande, é como se fossem dois shoppings anexos um ao outro, uma parte com grandes marcas, outra parte com lojas locais, praça de alimentação e a gigante loja de departamento Liverpool que é onde o pessoal costuma comprar eletrônicos.

Mercado 28: gente de Deus que bagunça, são muitas lojas bastante parecidas, vendendo praticamente as mesmas coisas, há momentos que já não sabemos se passamos por determinado corredor ou não. Como sempre, os vendedores são bastante insistentes e o assédio é muito grande, já temos que ir tendo isso em mente.

Os preços variam muito, o mesmo produto pode custar 50 pesos em uma loja e 100 reais na loja ao lado, mas vale a pechincha e sempre há preços especiais para brasileiros (como eles dizem).

Esse centro comercial tem quatro entradas com seus respectivos estacionamentos, se você não gravar bem a rua pela qual está entrando poderá perder muito tempo atrás do carro na hora de ir embora.

Em Cancun o que me surpreendeu bastante em termos de comércio foi o Free Shop do aeroporto, já que ouço falar pouco dele. Na área de embarque que fica no piso térreo há pequenas lojas e muitos restaurantes bons, tem até um Sr. Frogs ali e há bastante lojas no andar superior, que achei por pura curiosidade de ver onde dava aquela escada, já que não vi qualquer indicação de que haviam lojas no andar superior.

Tinha Guess, Swarovski, etc, tive que me render à Pandora,  há muito queria uma pulseira desta marca e a sobra de dólares foi apenas uma desculpa. Para você ter uma idéia de valor aqui a pulseira custa R$ 245,00 e lá estava US$ 62,00, um pouco mais barato se considerar que paguei 3 reais por dólar.

Coco Bongo: Sempre tive muita vontade de conhecer a boate Coco Bongo já que todos dizem que não é apenas uma boate mas um belíssimo show, e realmente é, o espetáculo é muito legal.

Mas nem tudo foi diversão na boate. Compramos os ingressos com o pessoal do hotel e fomos junto com eles, pegamos pista (70 dólares) com a garantia de que ficaríamos em um local mais reservado, nas laterais, logo abaixo dos camarotes. Chegamos na boate, não enfrentamos fila e fomos levados para um tipo de escadaria de onde se pode ver o show sem o empurra empurra da pista. 

Ocorre que nos camarotes as pessoas começam a colocar os copos de bebida numa espécie de corrimão justamente na parte que separa o andar do camarote e a escadaria logo abaixo, num dado momento do show balões são arremessados em direção à platéia que as fica jogando...e ai já viu, os balões batem nos copos que viram sobre o pessoal que está na referida escada. Vi um rapaz de camisa branca com as costas totalmente encharcada por uma bebida vermelha.

Mas o pior estava por vir, num dado momento alguém no camarote derramou bebida no chão e veio o funcionário da boate limpar, ele borrifava produto de limpeza sobre o liquido e o empurrava com um rodo na nossa direção derramando bebida misturada com produto de limpeza sobre nós. Quanto mais pedíamos para ele parar, mais ele continuava e isso se repetiu por três vezes, total desrespeito. Não é porque eu não paguei pelo camarote que eu não mereça ser respeitada, 70 dólares são 210 reais, não é pouco dinheiro.

Nos intervalos dos shows mulheres sobem no palco e no bar para dançar, muitas recebem jato de ar comprimido que acaba por levantar as suas saias, teve uma que a saia subiu e a blusa desceu, mas ok, é uma boate e o pessoal está se divertindo, até o momento em que uma mulher sobe no bar levanta o seu vestido e passa a enfiar e tirar o dedo no seu órgão genital, não sou moralista mas para mim foi totalmente desnecessário, uma baixaria.

Não me arrependo de não ter pago por camarote pois, embora tenha gostado bastante do show, na minha concepção não vale 140 dólares, 420 reais, esse é preço de espetáculo da Broadway.

Nos próximo posts falarei sobre a melhor parte da minha viagem, os dias em que fiquei na Riviera Maya.

México: CANCUN (Parte 1)

Cancun fica no estado mexicano de Quintana Roo sendo uma cidade com foco turístico desde a sua fundação. Figurou como principal destino caribenho nas décadas de 80 e 90.

Em 2005 a cidade foi praticamente devastada pelo furacão Wilma o que fez com que grande parte dela passasse por uma remodelação a partir de então.

Hoje quem visita Cancun vê uma série de Hotéis novos totalmente preparados para receber o turista.

Muito em virtude da estrutura hoteleira, por muitos anos Cancun atraiu quase que com exclusividade os turistas que visitavam a região em busca de atrativos que, em grande parte, estão na Riviera Maya e não propriamente de Cancun. 

Mas as coisas estão mudando um pouco e Playa del Carmen vem se estruturando cada vez mais, passando a atrair um bom número de turistas, principalmente europeus.

Ouvi dizer e pude confirmar in loco que em Cancun encontramos mais americanos e em Playa del Carmen mais europeus.

Planejei a viagem com o propósito de descansar em Cancun, recarregar as baterias MESMO. Por esta razão, no período em que estivemos lá, fizemos somente atividades próximas daquele local, deixando o restante dos passeios e atividades para o período em que estaríamos em Playa del Carmen.

Ficamos 5 noites em Cancun, neste período, além de curtir o sol e o mar, visitamos Isla Mujeres, Playa Delfines, Playa Gaviota Azul, Mercado 28, boate Coco Bongo e demos uma passada nos Shoppings La Isla, Las Plazas Outlet e Plaza las Américas.

Neste primeiro post falarei sobre Isla Mujeres e as praias que eu visitei em Cancun.

Isla Mujeres: uma ilha que fica bem próxima à Cancun e que tem uma série de opções de lazer. 

Pegamos o ferry da empresa Ultramar em Playa Caracol, no embarcadouro que fica quase ao lado do hotel Riu Cancun. Pagamos 330 pesos por pessoa a viagem redonda (como eles chamam) que seria ida e volta.

Só a travessia para Isla já vale o passeio, pois a cor do mar é fantástica.

A nossa idéia era curtir a praia e chegando lá caminhamos não mais que dez minutos até a Playa Norte que, segundo li, é talvez a praia mais bonita da ilha.

Realmente a praia é muito boa, tomamos um banho de mar fantástico. Muitas embarcações vão para aquela praia onde os passageiros aproveitam o banho de mar.

Alugamos espreguiçadeira e guarda-sol por 220 pesos e ficamos lá até as 15 horas quando nos dirigimos ao centro para passear pelas lojinhas de comércio local antes de pegar o ferry das 16 hs.

Logo que se desembarca do ferry à esquerda do pier há uma praia, não indico ficar ali, o pessoal pelo visto vai para lá com as suas famílias fazer a nossa boa e conhecida "farofada" e a coisa fica mais agitada, pode ser uma boa opção se a intenção for observar os costumes locais.

Há muita oferta de carrinhos de golfe para locação, eles são usados pelos turistas para dar a volta nessa pequena ilha. Imagino que deva ser um ótimo passeio.

Em Isla está o Parque Natural de Arrecifes Garrafón, todos chamam somente de Garrafón. É um parque lindo, bem estruturado, cheio de atividades como snorkel, caiaques, tirolesa, bike e nele se pode fazer o nado com golfinhos.
  
Como eu não queria nadar com golfinhos (desde quando vi um documentário mostrando a forma como eles são apartados das suas mães) preferi curtir a praia mesmo.

Além de atravessar de ferry você pode contratar passeios feitos por embarcações particulares que levam o turista à ilha com parada em pontos para a prática de snorkel ou diretamente ao Parque Garrafón com ou sem nado com gofinhos. Na verdade, há uma infinidade de passeios ao dispor do turista envolvendo a referida ilha.

No final do post deixarei o contato da Paula Cauduro, uma brasileira que trabalha com turismo receptivo em Cancun e que oferece todos esses passeios, é uma pessoa bastante séria e prestativa, sempre disposta a tirar dúvidas e auxiliar o turista, ela administra o grupo do Facebook Dicas de Viagem para Cancun, que muito me ajudou a organização da minha viagem.









Playa Delfines e Playa Gaviota Azul: Não poderia deixar de visitar a Playa Delfines que é onde está o famoso e disputadíssimo letreiro de Cancun, foram uns 20 minutos, ou mais, para tirar a foto abaixo. Valeu a pena, o colorido da foto ficou tão lindo quanto a cor do mar de Cancun.





Eu achei Delfines uma praia muito linda e um tanto quanto diferente da idéia que eu tinha de mar do caribe (aquele mar calmo), fica num trecho de mar mais aberto (não é uma enseada,) te dá uma sensação boa mas, naquele dia, o mar ali estava tão agitado que não tive coragem de entrar.




Visitamos a Playa Gaviota Azul que fica junto do Beach Club Mandala, também pelo fato de que era bastante próxima ao nosso hotel e achei incrível o quanto o mar pode mudar tanto em tão poucos metros. O mar ali já é um pouco mais agitado que o mar das praias da parte de cima do 7, mas o que me chamou a atenção foi a quantidade de vegetação que havia sido arrancada do fundo do mar e arrastada para a beira da praia. Algumas pessoas com quem conversei me explicaram que na semana anterior o mar havia estado bastante agitado por conta do vento forte o que fez com que essa vegetação que normalmente é barrada pelos corais chegasse até a praia. O interessante é que elas ficam na areia expostas ao sol mas sem gerar qualquer mal cheiro.




Essa vegetação não é sujeira, é da natureza, faz parte do mar, serve de alimento para muitos animais marinhos (em Akumal pude ver as tartarugas se alimentando dessa vegetação) e ela está no lugar dela. Não me venha dizer que as praias são sujas porque não é verdade mas é claro que impacta no visual do lugar. 

Contato 
Paula Cauduro - turismo receptivo em Cancun
Dicancun Tours  dicancunprc@gmail.com
Todas as pessoas que ouvi dizer que fizeram os passeios com a Paula relataram que a experiência foi fantástica e que ela é uma pessoa bastante prestativa. Um turista relatou, inclusive, que ela os ajudou a resolver problemas que nem diziam respeito à ela.